Lendo essa publicação no blog da Rô : http://mulheresabias.blogspot.com/2010/12/foi-para-isto-que-fui-enviado.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+MulheresSbias+%28Mulheres+S%C3%A1bias%29, fui confrontada com minha própria realidade. Lebrei-me da antiga canção do Asaph Borba...
Tanta coisa tenh feito para o meu próprio prazer,
Tenho andado a procura, do meu próprio bem viver
Enquanto existe tanta gente anciosa por aí,
Não te conhecendo assim como eu conheço a ti.
O chamado que um dia Tu fizeste a mim
E ao qual se hesitar eu disse sim
Ecoou em meus ouvidos como da primeira vez
E a ti Senhor eu novamente digo sim!
Eis-me aqui, eu livre estou ao seu dispor
Por onde Tu quiseres me enviar
Me coloco submisso a Ti Senhor
Para o Teu querer em mim realizar...
Vou ficar aqui remoendo essas palavras em meu Coração enquanto Deus ainda fala comigo...
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Estou de volta...
Tanto tempo sem passar por aqui... muitas coisas aconteceram, e a vida mudou bastante! É surpreendente como Deus muda o curso de nossas vidas estabelecendo novas rotas para nossa história. Em outubro descobri que estou grávida.Foi o início e o fim do mundo, sonhar novos sonhos, abrir mão de metas estabelecidas... Entretando a cada dia sentir esse serzinho cresendo aqui dentro é um privilégio! Tenho me sentido agraciada por Deus por ter me escolhido para ser mãe. Para muitos pode parecer um processo bilógico natural ou o selo de uma relação conjugal, mas para mim não... é muito mais que isso! Penso nas milhares de mães que dariam a vida por seus filhos... essas são aquelas que entendem a missão de cuidar da vida que lhes foi confiada. De outro modo, existem as mães que ignoram o fato de terem sido abençoadas com essa missão abandonando e maltratando suas crianças.Isso me leva a refletir sobre realidade daquelas que fariam tudo para dar à luz e viver essa essa glória... Diante dessas circunstâncias só tenho a agradecer... sonhar com o rostinho do meu bebê, que ainda nem sei se é uma menina ou um menininho... Só sei que o amo imensamente, e o aguardo ansiosamente!
Feliz..........
Feliz..........
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Peter Burke na Flip de Paraty
Um dos mais importantes historiadores da atualidade, Peter Burke, estará presente na FLIP de Paraty que se inicia hoje, dia 04 de agosto. Atualmente ele é pofessor emérito da Universidade de Cambridge, considerado um especialista em Idade Moderna e referência para muitos historiadores.
O Historiador inglês mantém uma relação íntima com o Brasil. Foi professor visitante do IEA - Instituto de Estudos Avançados da USP e é casado com a Historiadora brasileira Maria Lúcia Garcia Pallares Burke.
Peter Burke irá participar da mesa que será realizada no dia 08 (domingo) às 11:45, juntamente com o Sociólogo José de Souza Martins e o Antropólogo Hermanno Vianna. O tema será Gilberto Freire no século 21 e a mediação será feita pelo historiador norte-americano Benjamim Moser.
O Historiador inglês mantém uma relação íntima com o Brasil. Foi professor visitante do IEA - Instituto de Estudos Avançados da USP e é casado com a Historiadora brasileira Maria Lúcia Garcia Pallares Burke.
Peter Burke irá participar da mesa que será realizada no dia 08 (domingo) às 11:45, juntamente com o Sociólogo José de Souza Martins e o Antropólogo Hermanno Vianna. O tema será Gilberto Freire no século 21 e a mediação será feita pelo historiador norte-americano Benjamim Moser.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Sobre marés e angra... e sobre mim!
Sobre Marés e Angra (Rosa de Saron)
Sigo procurando a direção
Que talvez entenda meu cursar
Que me dê um coração
Que talvez me chame de meu bem
E que às vezes possa recuar
Quando tente ir além
E se?
Se eu?
E se eu fugir pra bem longe me encontrar
Pode ser que antes eu tropece em algum lugar
E perca minha memória...
Eu sinto que sumi, olho por aí
Onde está meu pensamento?
Longe ou aqui distante de mim?
Quero apenas um momento
Eu me perdi num abismo infinito
Mas parece que alguém está aqui
Me pondo na rota certa
E se?
Se eu?
E se eu tentasse existir
como um álbum de recordações
E pudesse descansar?
É o temor que paira sobre mim
e inebria minha lucidez
Eu preciso respirar
E se?
Se eu?
Eu sinto que sumi, olho por aí
Onde está meu pensamento?
Longe ou aqui? Distante de mim?
Quero apenas um momento
Eu me perdi num abismo infinito
Mas parece que alguém está aqui
Me pondo na rota certa
E se? Se?
E se me perder em algum lugar
E te perder?
E se eu fugir pra bem longe me encontrar
Pode ser que antes eu tropece em algum lugar
E perca minha memória
Eu sinto que sumi, olho por aí
Onde está meu pensamento?
Longe ou aqui distante de mim?
Quero apenas um momento
Eu me perdi num abismo infinito
Mas parece que alguém está aqui
Indicando a direção
Me pondo na rota certa
E se encontrar o meu lugar
Nessa imensidão de nada, nada
Essa canção diz muito sobre mim, sobre o momento que eu vivo hoje... É uma sensação de não saber para onde estou indo, uma caminhada cheia de esperança, mas também de cansaço. Uma busca pelo equilibrio aqui dentro mas também relacionamento com o outro para entender o tempo certo de tudo sem esquecer quem eu sou ou o que aprendi até aqui. Não adianta existir e acertar os mesmos acertos ou errar os mesmos erros, é preciso seguir adiante em busca do inesperado que para mim é necessário como o ar! Só preciso de Deus pra me guiar "nessa imensidão de nada"!
Sigo procurando a direção
Que talvez entenda meu cursar
Que me dê um coração
Que talvez me chame de meu bem
E que às vezes possa recuar
Quando tente ir além
E se?
Se eu?
E se eu fugir pra bem longe me encontrar
Pode ser que antes eu tropece em algum lugar
E perca minha memória...
Eu sinto que sumi, olho por aí
Onde está meu pensamento?
Longe ou aqui distante de mim?
Quero apenas um momento
Eu me perdi num abismo infinito
Mas parece que alguém está aqui
Me pondo na rota certa
E se?
Se eu?
E se eu tentasse existir
como um álbum de recordações
E pudesse descansar?
É o temor que paira sobre mim
e inebria minha lucidez
Eu preciso respirar
E se?
Se eu?
Eu sinto que sumi, olho por aí
Onde está meu pensamento?
Longe ou aqui? Distante de mim?
Quero apenas um momento
Eu me perdi num abismo infinito
Mas parece que alguém está aqui
Me pondo na rota certa
E se? Se?
E se me perder em algum lugar
E te perder?
E se eu fugir pra bem longe me encontrar
Pode ser que antes eu tropece em algum lugar
E perca minha memória
Eu sinto que sumi, olho por aí
Onde está meu pensamento?
Longe ou aqui distante de mim?
Quero apenas um momento
Eu me perdi num abismo infinito
Mas parece que alguém está aqui
Indicando a direção
Me pondo na rota certa
E se encontrar o meu lugar
Nessa imensidão de nada, nada
Essa canção diz muito sobre mim, sobre o momento que eu vivo hoje... É uma sensação de não saber para onde estou indo, uma caminhada cheia de esperança, mas também de cansaço. Uma busca pelo equilibrio aqui dentro mas também relacionamento com o outro para entender o tempo certo de tudo sem esquecer quem eu sou ou o que aprendi até aqui. Não adianta existir e acertar os mesmos acertos ou errar os mesmos erros, é preciso seguir adiante em busca do inesperado que para mim é necessário como o ar! Só preciso de Deus pra me guiar "nessa imensidão de nada"!
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Falando de censura na década de 60
O conhecimento histórico é fundamental, pois “perceber como sua maneira de pensar e agir se acha comprometida com as ações do passado significa resgatar a possibilidade de tomar consciência da situação em vista de uma transformação mais efetiva, como forma de descobrir as relações de poder e os entraves que delas resultam, para reorientar a ação” (Citação do livro: Aranha, Maria Lúcia de Arruda / História da Educação – 2 ed. rev. e atual. – São Paulo: Moderna 1996.) assim como a história, a cultura popular, a poesia, a música, a comunicação, a escola, enfim todos os setores que possibilitem uma construção social e cultural entre os membros de uma mesma sociedade, todos estes, são fundamentais na formação de uma identidade comum.
A censura trabalha deteriorando o pensamento crítico e a identidade comum de um povo. Esta deteriorização se fundamenta através da proibição da liberdade de expressão em todos os setores culturais sob justificativa de conspirações políticas contra o governo atuante. Há muitas outras intenções por trás da censura do que a inibição de uma “possível” conspiração política. Ela é a manifestação da manipulação de pensamentos e destinos submetidos aos interesses dos detentores do poder.
Neste período a censura se apresentou de várias formas, uma delas foi à prática repressiva com a tortura e morte de prisioneiros políticos. Desde 1964 tornou-se comum a prisão arbitrária de suspeitos de “subversão”. A partir de 1969 com a implantação do sistema Cod-Doi ( Cod - Centro de Operações de Defesa Interna / Doi - Destacamento de Operações de Informações), essas práticas foram oficializadas. Na primeira fase do regime militar (1964-1968) tais práticas chegaram a ser denunciadas pela imprensa, porém, com a implantação do AI-5 (Ato Institucional número cinco - 1968) estas denúncias passaram a ser ocultadas. Entretanto, a censura não pode ser atribuída como exclusividade deste período, pois existe no Brasil de maneira oficial desde 1946 e já fazia parte da rotina dos profissionais do teatro, havendo desde esta época a presença de um censor durante o ensaio geral. Havia a censura moral das peças e mais tarde a censura também passou a marcar presença no rádio, cinema, TV, circos e até mesmo em churrascarias com música ao vivo.
A ditadura militar torturou e exilou políticos, estudantes, e em sua maior parte pessoas que influenciavam a formação cultural do país, dentre esses, atores, cantores, cientistas, jornalistas e professores.
Houve a censura na educação, com a reestruturação da representação estudantil. Em 1967 o governo coloca fora da lei às organizações consideradas subversivas como a UNE , nessa época ocorre também à implementação de novas disciplinas e o controle dos grêmios estudantis.
Durante a censura, a produção historiográfica no Brasil obteve baixos índices de publicações, comparando-se a outras áreas de conhecimento. Dentre vários, estes são alguns dos motivos que levaram a maioria da população atual a construir uma sensação de “aminésia coletiva”, ou seja, não possuímos uma memória bem delineada no que se refere a esse período. Esta “falta de memória”, também pode ser entendida como uma tentativa de romper com esse período da história, como se recomeçássemos do zero, pois “apagando” a história de um povo e reescrevendo-a convenientemente sobre o viés da ditadura é que se poderia obter o controle total da nação.
A censura trabalha deteriorando o pensamento crítico e a identidade comum de um povo. Esta deteriorização se fundamenta através da proibição da liberdade de expressão em todos os setores culturais sob justificativa de conspirações políticas contra o governo atuante. Há muitas outras intenções por trás da censura do que a inibição de uma “possível” conspiração política. Ela é a manifestação da manipulação de pensamentos e destinos submetidos aos interesses dos detentores do poder.
Neste período a censura se apresentou de várias formas, uma delas foi à prática repressiva com a tortura e morte de prisioneiros políticos. Desde 1964 tornou-se comum a prisão arbitrária de suspeitos de “subversão”. A partir de 1969 com a implantação do sistema Cod-Doi ( Cod - Centro de Operações de Defesa Interna / Doi - Destacamento de Operações de Informações), essas práticas foram oficializadas. Na primeira fase do regime militar (1964-1968) tais práticas chegaram a ser denunciadas pela imprensa, porém, com a implantação do AI-5 (Ato Institucional número cinco - 1968) estas denúncias passaram a ser ocultadas. Entretanto, a censura não pode ser atribuída como exclusividade deste período, pois existe no Brasil de maneira oficial desde 1946 e já fazia parte da rotina dos profissionais do teatro, havendo desde esta época a presença de um censor durante o ensaio geral. Havia a censura moral das peças e mais tarde a censura também passou a marcar presença no rádio, cinema, TV, circos e até mesmo em churrascarias com música ao vivo.
A ditadura militar torturou e exilou políticos, estudantes, e em sua maior parte pessoas que influenciavam a formação cultural do país, dentre esses, atores, cantores, cientistas, jornalistas e professores.
Houve a censura na educação, com a reestruturação da representação estudantil. Em 1967 o governo coloca fora da lei às organizações consideradas subversivas como a UNE , nessa época ocorre também à implementação de novas disciplinas e o controle dos grêmios estudantis.
Durante a censura, a produção historiográfica no Brasil obteve baixos índices de publicações, comparando-se a outras áreas de conhecimento. Dentre vários, estes são alguns dos motivos que levaram a maioria da população atual a construir uma sensação de “aminésia coletiva”, ou seja, não possuímos uma memória bem delineada no que se refere a esse período. Esta “falta de memória”, também pode ser entendida como uma tentativa de romper com esse período da história, como se recomeçássemos do zero, pois “apagando” a história de um povo e reescrevendo-a convenientemente sobre o viés da ditadura é que se poderia obter o controle total da nação.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Porque vim parar aqui...
Todos os dias me dá uma vontade enorme de falar um monte de coisas pra um monte de gente. Pessoas conhecidas, desconhecidas ou mesmo só comentar sobre algo que está rolando...
Bem, esse é meu primeiro post aqui... e pra começar vou falar da festa de ontem.
Ontem, dia do amigo, reunimos nossa galerinha pra uma social na casa do Bruno que é DJ. Fizemos umas pastinhas para acompanhar os biscoitinhos, pãezinhos etc... compramos as bebidas (estava todo mundo de grana curta, então não inventamos muita coisa, rs) estava pronta a festa! Bruno "no comando das pick'ups" e agitou a galera que se divertiu até não poder mais!!!
Encerramos a noite com uma homenagem para todos que dizia o seguinte:
"Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade. Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos, nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice. Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto, e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou, pois vendo-os loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que a normalidade é uma ilusão imbecil e estéril" (Fernando Pessoa)
Fomos para casa com aquela sensação de podemos até não ter dinheiro, mas se temos amigos a festa é garantida! :)
Bem, esse é meu primeiro post aqui... e pra começar vou falar da festa de ontem.
Ontem, dia do amigo, reunimos nossa galerinha pra uma social na casa do Bruno que é DJ. Fizemos umas pastinhas para acompanhar os biscoitinhos, pãezinhos etc... compramos as bebidas (estava todo mundo de grana curta, então não inventamos muita coisa, rs) estava pronta a festa! Bruno "no comando das pick'ups" e agitou a galera que se divertiu até não poder mais!!!
Encerramos a noite com uma homenagem para todos que dizia o seguinte:
"Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade. Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos, nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice. Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto, e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou, pois vendo-os loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que a normalidade é uma ilusão imbecil e estéril" (Fernando Pessoa)
Fomos para casa com aquela sensação de podemos até não ter dinheiro, mas se temos amigos a festa é garantida! :)
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